quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Empreender é acreditar!

Momentos difíceis também fazem parte da vida do empreendedor.


Esse outro lado também é contato por Rita e Arnaldo.
Na foto acima, na lembrança de Arnaldo, antes de se tornarem empreendedores, passavam por situações complicadas. Quando de férias na praia, não tinham condições nem de comprar um espetinho.
Mas neste dia que sua vida mudou e passaram e decidiram empreender, graças ao voto de confiança que receberam!


Mas havia ainda dificuldades pelo caminho.
Rita teve que driblar o ciúmes do marido para poder se tornar uma vendedora de lingerie.

Quando se tem uma ideia, por mais que ela pareça promissora, é importante preparação, não desistir ao primeiro tropeço, e manter o foco no seu objetivo para conseguir tornar o sonho realidade.


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A realização de um sonho!

Muitos de nós já pensamos em abrir um negócio. 
Quem sabe deixar de ser um empregado e passar a ser o próprio patrão.
Mas como realmente fazer isso?
Esse é o propósito da Caravana de Negócios, ajudar você a tirar do papel o seu sonho de empreendimento.

Na dia 18, a Caravana de Negócios esteve presente, na Praça Rui Barbosa, em Curitiba.
Arnaldo e Rita mostraram como é possível mudar de vida com vontade e muita dedicação.
Vejam a seguir algumas fotos da apresentação teatral:


Tivemos até a ajuda de uma pessoa especial para a limpeza do cenário entre uma apresentação e outra:



Tudo isso registrado não só por nós, mas pelas próprias pessoas que assistiam ao espetáculo:


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Caravana de Negócios em São José dos Pinhais

Por volta das 13h00, a Caravana de Negócios esteve presente em São José dos Pinhais.

De forma animada e descontraída Arnaldo e Rita driblaram chuva e vento, e muito mais, e mostraram que é possível se tornar um empreendedor de sucesso.


Ele, que tinha nunca tinha se imaginado como autônomo, virou um Empreendedor Individual com as "Gostosuras do Arnaldo", onde vende cachorros-quentes. Tudo isso infuenciado por sua esposa, Rita e seus 10 centavos. Ela deu a idéia para o marido, mas também não ficou para trás. Decidiu abrir o seu próprio negócio para não ficar dependente do marido. Rita agora possui uma loja super movimentada de lingiries.

Todos temos problemas e passamos por dificuldades, nem sempre o dia é ensoladado. É preciso acreditar no nosso sonho e lutar por ele!


Ficou curioso para conhecer melhor a história de Arnaldo e Rita?
Aproveite a Caravana de Negócios para nos contar sobre o seu sonho de empreender!
Veja onde estaremos presentes durante a Semana Global do Empreendedorismo:

Dia 18/11/2010, Quinta-feira: Curitiba - Praça Rui Barbosa, às 17h00.
Dia 19/11/2010, Sexta-fera: Curitiba - Praça Zacarias, às 17h00.
Dia 20/11/2010, Sábado: Pinhais - Av. Iraí, 1632, às 10h30.
Dia 21/11/2010, Domingo: Curitiba - Feira do Largo da Ordem, Praça João Cândido, às 10h30.

Siga-nos no Twitter: @caravanajuriti

Arnaldo e Rita voltam a São José dos Pinhais

A apresentação de ontem em São José dos Pinhais foi prejudicada pela chuva do final do dia.
Mas nós não deixaremos a cidade sem a ilustre presença de Arnaldo e Rita.
Hoje, ao meio-dia, eles voltam para contar a todos as peripécias de seus empreendimentos e como eles podem agora passar umas boas e merecidas férias na praia.



Todos nós temos o direito de sonhar e de poder realizar esses sonhos.
E principalmente quando se trata de um sonho de um empreendimento a Caravana de Negócios quer mostrar que é possível.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Semana Global do Empreendedorismo 2010

Desde o dia 15 de novembro está acontecendo a Semana Global do Empreendedorismo. Movimento que acontece em mais de 102 países com o objetivo de despertar a atitude empreendedora das pessoas.

Até o dia 21 de novembro, serão realizados diversos eventos dentre palestras, competições, workshops, jogos, feiras e diversas iniciativas sobre empreendedorismo. A Caravana de Negócios para o Microempreendedor Individual, pelo segundo ano consecutivo, é uma dessas iniciativas.

Por meio de uma curta comédia teatral de rua, acompanhamos a história de Rita e Arnaldo, uma casal que consegue se dar bem na vida com seu próprio negócio, mas não sem enfrentar algumas dificuldades. Queremos instigar nas pessoas seu instinto empreendedor e fazer com que elas se vejam representadas nos personagens.

Além da apresentação teatral, informações sobre microcrédito serão disponibilizadas e sugestão de algumas oportunidades de negócios. Uma equipe da Juriti Microfinanças, OSCIP que trabalha com microcrédito produtivo e orientado, estará à disposição da população para tirar dúvidas.

Serão 5 dias de Caravana, em cinco lugares diferentes de Curitiba e região metropolitana.
A primeira apresentação ocontecerá no dia 17, em São José dos Pinhais, a partir das 17h00, no calçadão da XV de Novembro, próxima a Igreja.

A seguir postaremos mais informções sobre os próximos locais.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Uma força aos pequenos negócios

28 de fevereiro de 2010
Diário Catarinense

INFORME ECONÔMICO
ESTELA BENETTI

Uma força aos pequenos negócios


O empresário Diether Werninghaus, filho mais velho de Geraldo Werninghaus, um dos três fundadores do admirado grupo Weg, de Jaraguá do Sul, decidiu usar parte da sua renda pessoal para investir na Juriti Microfinanças, uma das primeiras instituições privadas de microcrédito produtivo e orientado do país. Fundada há 17 meses, a organização tem 13 agências nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, e 1,6 mil clientes ativos, sendo 70% informais. Já tem quase R$ 10 milhões aplicados e, neste fim de semana realiza sua primeira convenção geral em Jaraguá.



Werninghaus conheceu o microcrédito em conversas com amigos, se apaixonou pelo modelo fundado pelo economista de Bangladesh Muhammad Yunus e decidiu investir na área. A exemplo do seu pai, que ingressou na política com o objetivo de colaborar para melhorar a vida do país, acredita que financiando pequenos negócios formais e informais dará um impulso expressivo para o desenvolvimento do Brasil.


Por que a decisão de investir no microcrédito produtivo?

Diether Werninghaus – Conheci o microcrédito por meio dos meus sócios, João Krein e Mário Livramento. É uma coisa inovadora, o capital privado participa ativamente desse processo. Além do que, o enfoque social é altamente positivo. Meu pai achava que atuando na área política, iria influenciar em alguma coisa para melhorar o país, e realmente influenciou. Foi vereador, deputado estadual e prefeito de Jaraguá. E quando eu conheci o microcrédito, achei que também poderia fazer a diferença atuando mais diretamente na área de empreendedorismo. Saí da retórica para a prática.



Qual foi o capital inicial e quanto está aplicado hoje?

Werninghaus – A Juriti começou com capital inicial de R$ 1 milhão e foi crescendo. Já emprestamos perto de R$ 8 milhões e os valores dos créditos a receber são de R$ 9,94 milhões. Usamos a mesma metodologia do microcrédito produtivo e orientado fundado por Muhammad Yunus, adotado pelas demais 19 organizações de microcrédito do Estado como a Casa do Empreendedor, de Joinville, e o Blusol, de Blumenau.

Onde a Juriti atua e quais são as metas de expansão?

Werninghaus – Atuamos nos três estados do Sul, com 13 agências, sendo que duas delas estão sendo abertas agora, em Rio do Sul e em Canoas. Nossa intenção é consolidar presença no Sul.

Quantos clientes são informais?

Werninghaus – Temos por volta de 1,6 mil clientes ativos. Desses, cerca de 70% são informais e 30%, formais. Cobramos juros de mercado para o segmento, menos de 4% ao mês. O nosso leque de clientes é muito grande, vai desde sorveteiro e pipoqueiro até o empresário que tem padaria e mercearia. Temos muitas clientes que compram máquinas para fazer facção. Hoje, cerca de 45% das nossas operações de crédito são para mulheres. Em média, o valor emprestado é de R$ 4 mil. O mínimo que financiamos é R$ 500 e o máximo, R$ 10 mil.

A maioria dos empreendedores já conhece o microcrédito?

Werninghaus – Dos três estados, sem dúvida, Santa Catarina tem mais a cultura do microcrédito. Temos aqui 19 instituições que já praticam isso, mas é um mercado tão grande que cabe muita gente ainda. Para difundir o sistema fizemos uma caravana no Paraná. O empreendedor não sabe que é empreendedor, ele acha que é um sobrevivente da vida. Nós temos a figura do agente de crédito para orientar os empreendedores. Ele tem o primeiro contato com o cliente e faz a análise sócio-econômica.

Quanto a Juriti deve emprestar este ano?

Werninghaus – Planejamos emprestar R$ 1,2 milhão por mês este ano, mas podemos aumentar para R$ 1,7 milhão. Vamos emprestar os recursos devolvidos pelos clientes e incluir dinheiro novo. Temos um contrato com o Badesc pelo qual estamos usando linha de R$ 2 milhões. Também estamos fazendo contatos com a Caixa Econômica Federal e bancos privados para conseguir mais empréstimo e aumentar a oferta de crédito.

Diether Werninghaus

É engenheiro mecânico formado pela UFSC com especialização em Administração de Empresas pela Esag/Udesc. Começou a carreira fora do grupo empresarial da sua família, a Weg. O primeiro emprego foi em empresa de ferramentas de precisão, em Curitiba. Também atuou na gestão de outros negócios familiares e foi membro do conselho de administração do grupo Weg.

Em 2007 abriu mão de ser conselheiro e, em setembro de 2008, abriu a Juriti Microfinanças com os sócios João Krein e Mário Livramento. Diether Werninghaus, 53 anos, é casado, tem uma filha e dois netos.

Agências

O foco da Juriti Microfinanças é atuar com microcrédito na Região Sul. A sede operacional da instituição é em São José dos Pinhais, no Paraná, e a matriz fica em Jaraguá do Sul.

Em Santa Catarina, as filiais estão em Ibirama e Rio do Sul. No Rio Grande do Sul, a Juriti tem presença maior, com sete agências. Está em Porto Alegre, Pelotas, Canoas e Bento Gonçalves, e tem parcerias com a Instituição Comunitária de Crédito nas cidades de Santa Maria, Caxias do Sul e Frederico Westphalen. No Paraná, tem filiais em Ponta Grossa, junto à Sodetec, e em Curitiba.


Yunus

Embora tenha adotado o modelo de microfinanças do economista de Bangladesh, Muhammad Yunus, o empresário Diether Werninghaus ainda não teve oportunidade de encontrá-lo. Disse que estava viajando quando o bengalês esteve em Santa Catarina, há cerca de dois anos, mas pretende conversar com ele na próxima oportunidade.

–Na última vez que ele esteve no Brasil, deixou claro que o governo não deveria interferir no microcrédito, o que nos deu energia para continuar o nosso trabalho – comentou.

Informais

Diante das facilidades para formalizar pequenos negócios com a nova lei do Empreendedor Individual, a Juriti está orientando seus clientes informais a registrar suas empresas. E como tem foco no investimento, também vem firmando acordos com lojas que vendem máquinas e equipamentos para financiar os investimentos. Isto porque a maioria não é cliente de banco.


Cerca de 45% das nossas operações de crédito são para mulheres. Em média, o valor emprestado é de R$ 4 mil.

O mínimo que financiamos é R$ 500 e o máximo, R$ 100 mil.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010